sexta-feira, 24 de maio de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Dream
I’m hurt.
Don’t go.
Stay.
There’s so
much more we don’t know.
Yet.
Don’t hold
my hand again,
Not in that
way.
Don’t get
closer and closer behind me.
Like you
did in that ballroom, yesterday.
Don’t hold
my hand,
Not when
I’m already feeling your breath.
Don’t get
too closer, please.
Just like
you did, yesterday,
Just like
you did in my dream.
Our fingers
were dancing together,
I felt you
closer, even knowing you shouldn’t be there.
Even
knowing it wasn’t real.
I struggled
against that attractive force,
So
unexplainable.
I’m hurt.
Don’t go.
Leave,
please, forever.
I refused
you, in my dream.
Now, that
I’m awake,
All I can
say is that, somehow,
You’re
still here.
Don’t go.
Never come
back.
There’s so
much more we don’t know.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
domingo, 1 de janeiro de 2012
Courage
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Time flies

Ela descia as escadas, à pressa, como sempre.
No meio do fumo cinzento e da escuridão do subway, ouviu o que pareceu fazer parte de um sonho.
Inglês, bonita voz, chamou-lhe a atenção. Então a névoa de pessoas passou e por uma fracção de segundo conseguiu vê-lo.
Ele estava ali, naquele dia, nos dias anteriores, era a sua vida. E ela nunca tivera tempo para reparar nele, mas hoje, hoje chamou-lhe à atenção.
Ficou parada e ouviu, não deu pelo tempo passar.
Sentiu-se correspondida, no breve olhar que ele lhe lançou até o desviar novamente para as cordas da sua guitarra.
O som melodioso da sua voz viajou com ela até à próxima saída.
O tempo parou e ficou guardado com ela, aumentando o desejo de lá voltar.
'You are my destiny, Jai ho!'
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Breathe me.
The problema is that I’m a girl of dance, when everyone wants me to stay still. Something here inside has still life, dreams – hope.
Hold me.
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I'm needy
Warm me up
And breathe me .
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Try
É só uma questão de tentar não bloquear, tentar ser eu.
Relaxar, pensar com clareza.
Amanhã vou tentar fazer da teoria, a prática.
*
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
My Own Prison.
Estou presa aqui. Não sei onde. Não importa. Importa sim o impedimento que aqui me é imposto, o de andar para a frente.
Respirar ás vezes é difícil e é suposto nunca o ser.
Estou presa aqui. Gostava tanto de ser como eles...
I've created my own prison. :(
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Over
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Unpredictable
É bom fugir dos contra-tempos sem que algum dia exista mesmo tempo.
Tudo tem um limite - real ou auto-imposto - e as pessoas apenas fogem quando esse limite chegou ou, no caso das mais inteligentes, está para chegar.
Tudo aquilo que não está destinado, tudo aquilo que nunca se vai saber, viver - voa, simplesmente.
E de nada vale ficar a pensar "e se…".
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Still couldn't.
domingo, 26 de setembro de 2010
Out of my mind.
domingo, 29 de agosto de 2010
THEY ARE NOT YOU

' Do not let your fire go out, spark by irreplaceable spark in the hopeless swaps of the not quite, the not yet, and the not at all.Do not let the hero in your soul perish in lonely frustration for the life you deserved and have never been able to reach. The world you desire can be won. It exists. It is real. It is possible. It is yours. '
sábado, 28 de agosto de 2010
Miles

It's three in the morning and I'm needing you like thousands of monkeys on my back.
I'm wearing your black t-shirt. You were looking for it before you left, but I had it hidden.
I need something here that smells of you... unspeakably delicate and innocent.
It amazes me to think while I was growing up in Louisville you were growing up in New York.
But our fates had been cast. And every step we took was only bringing us closer... until you feed into that bed and you were inside of me.
And we both knew... that we'd come to the end of the line. We will never be apart.
We may be at each other' throats or we may be separate by miles... but we'll never be apart.
So get off that boat... get off. And come home to me.
I need you.
...
We may be separate by miles but we'll never be apart.
Don't go.
sábado, 20 de março de 2010
:)
Quando se gosta, um dia pode deixar-se de gostar...
Quando se aprende a gostar, como se deixa de aprender?
___
Nem tudo o que parece mau o é, nem todas as pessoas que estão ausentes é para sempre :)
Obrigada por voltares Lenny :)
*
Quando se aprende a gostar, como se deixa de aprender?
___
Nem tudo o que parece mau o é, nem todas as pessoas que estão ausentes é para sempre :)
Obrigada por voltares Lenny :)
*
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Your embrace
Hoje gostava de te dizer o efeito que o teu olhar tem em mim...
O teu abraço , o teu sorriso...
As nossas conversas, os nossos momentos...
' I'm dying to catch my breath
Oh why don't I ever learn?
(...)
Can you still see the heart of me?
All my agony fades away when you hold me in your embrace ! '
Gosto de ti.
O teu abraço , o teu sorriso...
As nossas conversas, os nossos momentos...
' I'm dying to catch my breath
Oh why don't I ever learn?
(...)
Can you still see the heart of me?
All my agony fades away when you hold me in your embrace ! '
Gosto de ti.
sábado, 22 de novembro de 2008
Amo-te.
Passo os dedos pelo rosto. Tu não estás.
Preciso de ti a cada instante, mas nao estas, nao vais estar (mais). Nao nos querem juntos, ninguem quer. Nao aguento mais a tua ausencia, nem a tua presença. Colapsei. Estou corroida por dentro. Preciso de ti, como preciso...! Mas nao. Ha sempre algo mais forte, algo que nao me deixa viver. Sinto-me entao a sufocar. Quero-te comigo. Ao pé de mim. Quero apagar todas as lembranças más.. esquecer a dor, viver o amor. Mas nem isso me deixam. Vou entao fechar-me na minha propria prisao. Deixar que o tempo me arranhe o suficiente para me tornar forte, ou melhor, fria.
Vou-me arrepender para sempre desta minha decisao. Mas nao me deixam ser feliz. Ninguem. Estou cansada de lutar e nem sei por que. Estou cansada de nao ter...paz. Preciso de atençao. Da tua. E de ti. Como me fazes falta!...
O tempo nao apaga nada. O tempo só apaga aquilo q nunca existiu verdadeiramente. O tempo...é o tempo de espera. E a espera é o tempo de crescer aquilo que ha-de vir.
Nao te vou ter mais comigo. Os teus labios nos meus? Nao...é ilusao. Nao estas ca, por mais que eu procure. Todos os nossos momentos foram...únicos. O mundo nao é o mesmo, agora que nao te posso falar, ouvir, ver, suspirar, sonhar...tenho de te apagar. E nao sei como. As lagrimas correm-me pela cara...quero-te agarrar mas ha alguem que te empurra para longe de mim. Quero-te perto. Sinto-te perto, tao perto...mas tenho de te afastar. Ir contra o meu coraçao e o destino. Nao sei se é possivel...nao devia existir tamanha dor.
Só gostava de te dizer que...nunca vou esquecer o teu beijo...que preciso tanto tanto de ti...sempre precisei, eu sempre to disse.
Despeço-me entao. Olá dor. Adeus, adeus, Meu Amor.
Amo-te (ainda e sempre).
Preciso de ti a cada instante, mas nao estas, nao vais estar (mais). Nao nos querem juntos, ninguem quer. Nao aguento mais a tua ausencia, nem a tua presença. Colapsei. Estou corroida por dentro. Preciso de ti, como preciso...! Mas nao. Ha sempre algo mais forte, algo que nao me deixa viver. Sinto-me entao a sufocar. Quero-te comigo. Ao pé de mim. Quero apagar todas as lembranças más.. esquecer a dor, viver o amor. Mas nem isso me deixam. Vou entao fechar-me na minha propria prisao. Deixar que o tempo me arranhe o suficiente para me tornar forte, ou melhor, fria.
Vou-me arrepender para sempre desta minha decisao. Mas nao me deixam ser feliz. Ninguem. Estou cansada de lutar e nem sei por que. Estou cansada de nao ter...paz. Preciso de atençao. Da tua. E de ti. Como me fazes falta!...
O tempo nao apaga nada. O tempo só apaga aquilo q nunca existiu verdadeiramente. O tempo...é o tempo de espera. E a espera é o tempo de crescer aquilo que ha-de vir.
Nao te vou ter mais comigo. Os teus labios nos meus? Nao...é ilusao. Nao estas ca, por mais que eu procure. Todos os nossos momentos foram...únicos. O mundo nao é o mesmo, agora que nao te posso falar, ouvir, ver, suspirar, sonhar...tenho de te apagar. E nao sei como. As lagrimas correm-me pela cara...quero-te agarrar mas ha alguem que te empurra para longe de mim. Quero-te perto. Sinto-te perto, tao perto...mas tenho de te afastar. Ir contra o meu coraçao e o destino. Nao sei se é possivel...nao devia existir tamanha dor.
Só gostava de te dizer que...nunca vou esquecer o teu beijo...que preciso tanto tanto de ti...sempre precisei, eu sempre to disse.
Despeço-me entao. Olá dor. Adeus, adeus, Meu Amor.
Amo-te (ainda e sempre).
domingo, 16 de novembro de 2008
a Little bit of You
Queria-te dizer que me és.
Ainda aqui estás, ainda aqui vives.
Pergunto-me tantas vezes porquê, porquê... até que decido que o melhor é não mais pensar.
Queria-te agarrar, abraçar, levar comigo... estar contigo, rir contigo, olhar contigo, sorrir contigo. Passar por onde já passámos e tanto fomos... Queria poder-te dizer que ainda aqui estás. Que ainda preciso de ti, que sempre vou precisar. Não sabes a falta que me fazes, que sempre me fizeste... Não sabes o sufoco em que vivi durante estes meses todos. A tua ausência, o teu silêncio, a tua indiferença. Palavras tão banais mas que nem por isso deixaram de ser o meu passado. E parte do meu presente, parece.
Queria respostas, saber o que tudo isto é... o que tudo significa. E volto a concluir que o melhor é não pensar mais nisto, não pensar no passado que deixaste para trás e que eu tanto teimei em trazer comigo..sozinha.
Todos os dias vividos a termo inteiro. Não há meio termo, não, nunca houve! Queria-te por inteiro, todo, todo meu...
E ainda quero.
" There's still a little bit of your taste in my mouth...
Ainda aqui estás, ainda aqui vives.
Pergunto-me tantas vezes porquê, porquê... até que decido que o melhor é não mais pensar.
Queria-te agarrar, abraçar, levar comigo... estar contigo, rir contigo, olhar contigo, sorrir contigo. Passar por onde já passámos e tanto fomos... Queria poder-te dizer que ainda aqui estás. Que ainda preciso de ti, que sempre vou precisar. Não sabes a falta que me fazes, que sempre me fizeste... Não sabes o sufoco em que vivi durante estes meses todos. A tua ausência, o teu silêncio, a tua indiferença. Palavras tão banais mas que nem por isso deixaram de ser o meu passado. E parte do meu presente, parece.
Queria respostas, saber o que tudo isto é... o que tudo significa. E volto a concluir que o melhor é não pensar mais nisto, não pensar no passado que deixaste para trás e que eu tanto teimei em trazer comigo..sozinha.
Todos os dias vividos a termo inteiro. Não há meio termo, não, nunca houve! Queria-te por inteiro, todo, todo meu...
E ainda quero.
" There's still a little bit of your taste in my mouth...
sábado, 10 de maio de 2008
today
Todos os dias são dias.
Não há segunda, terça, quarta e sempre assim até Domingo. Não há dias da semana, só horas de um dia. O de hoje. E eu que sei tão bem qual é o dia de hoje. É a repetição de o de ontem e a réplica do de amanhã. Estou cansada. E eu que sei tão bem o que é estar aqui. Sozinha, neste quarto escuro. No chão frio desta sala cinzenta.
"- É esta a minha casa.
- Ah.
- Queres entrar?
- Não. Eu queria que fosse nossa. Não entro, até que tu me deixes entrar."
Ficámos sempre à entrada de minha casa. Talvez fossem as paredes tão coloridas que te assustassem. Cinzento preto, preto com um bocadinho de branco, branco sujo, vermelho, vermelho sangue. Ou entao talvez fosse o meu medo de veres as cores como elas são. Penso sempre no que possas pensar, ainda não me livrei desta minha mania. Também ainda não me livrei do teu cheiro. Permanece na minha pele. O cheiro que permanece nestas paredes onde nunca estiveste. Ainda me lembro da tua mão a agarrar a minha. A maneira como brincaste com as minhas lágrimas naquele dia de despedida. Não me querias ver chorar, querias que me controlasse. Ainda não tinhas percebido que controlada andei eu todo este tempo... E chorava por já não te ter.
Ando por aí com vontade de abraçar as pessoas. Não é vontade de querer, é vontade porque preciso. Mas não preciso de as abraçar, afinal. Sempre que as vejo não é o olhar que quero ver. Sei então que não é aquele abraço que quero receber. Já pensei em tudo. Já imaginei tudo. Mas nada, nada me dá certezas de que um dia vou conseguir substituir o calor do teu abraço. Como fingir que sim se és tu que nunca mais vais lá estar? Como fingir que vou abrir os olhos, afastar-me, e ver que afinal eras tu? Como. Já não como e já não durmo. Tenho fome de ti. Preciso de te sugar para dentro de mim. Quero que me esqueças para nunca mais te lembrares. Quero que nada disto tenha existido para ti. Quero aprender a ser egoísta, sempre to disse. Acho que já o estou a ser. Quero ser a única a lembrar-se de nós. Quero ficar com todos aqueles beijos só para mim. Quero arranhar a memória para que as trancas automáticas se fechem como segurança. Quero-te aqui sem que me fujas. Não te quero. Mas quero-te.
"- Vamos a tua casa.
- Não.
- Porquê?"
Porque o medo era maior do que eu. Agora já não. Agora é só muito maior do que eu. Ou então fui eu que diminuí. A casa onde estou não teve nunca uma porta por onde possas passar. Talvez tenhas visto esta casa vezes de mais para te teres ido embora da maneira que foste.
Oh, como estou farta desta vida. Devemos ser a mudança que queremos ver, dizem. Dizem, dizem. Dizem. Todos falam sobre tudo e sobre nada. Todos me dizem para lutar e eu já só quero paz.
Vou então deixar-te cá fora e vou entrar. Junto de ti está uma mala. Com a minha vida lá dentro. Pisquei os olhos, e olha! , já foste embora. Sento-me então no degrau desta velha casa. Que já tanto viu e já nada vê. Tem as janelas fechadas, tapadas casa uma com um pano preto. Sento-me então no degrau desta minha casa. O céu sabe a saudade e o vento que sinto no rosco a melancolia. Não vou dizer que te vejo partir, foste embora depressa demais. Imagino então um rapaz alto com jeans e com o teu casaco castanho de cabedal com uma mala na mão a afastar-se, a afastar-se, a afastar-se...
Deixarei alguma vez de te ver?
Não há segunda, terça, quarta e sempre assim até Domingo. Não há dias da semana, só horas de um dia. O de hoje. E eu que sei tão bem qual é o dia de hoje. É a repetição de o de ontem e a réplica do de amanhã. Estou cansada. E eu que sei tão bem o que é estar aqui. Sozinha, neste quarto escuro. No chão frio desta sala cinzenta.
"- É esta a minha casa.
- Ah.
- Queres entrar?
- Não. Eu queria que fosse nossa. Não entro, até que tu me deixes entrar."
Ficámos sempre à entrada de minha casa. Talvez fossem as paredes tão coloridas que te assustassem. Cinzento preto, preto com um bocadinho de branco, branco sujo, vermelho, vermelho sangue. Ou entao talvez fosse o meu medo de veres as cores como elas são. Penso sempre no que possas pensar, ainda não me livrei desta minha mania. Também ainda não me livrei do teu cheiro. Permanece na minha pele. O cheiro que permanece nestas paredes onde nunca estiveste. Ainda me lembro da tua mão a agarrar a minha. A maneira como brincaste com as minhas lágrimas naquele dia de despedida. Não me querias ver chorar, querias que me controlasse. Ainda não tinhas percebido que controlada andei eu todo este tempo... E chorava por já não te ter.
Ando por aí com vontade de abraçar as pessoas. Não é vontade de querer, é vontade porque preciso. Mas não preciso de as abraçar, afinal. Sempre que as vejo não é o olhar que quero ver. Sei então que não é aquele abraço que quero receber. Já pensei em tudo. Já imaginei tudo. Mas nada, nada me dá certezas de que um dia vou conseguir substituir o calor do teu abraço. Como fingir que sim se és tu que nunca mais vais lá estar? Como fingir que vou abrir os olhos, afastar-me, e ver que afinal eras tu? Como. Já não como e já não durmo. Tenho fome de ti. Preciso de te sugar para dentro de mim. Quero que me esqueças para nunca mais te lembrares. Quero que nada disto tenha existido para ti. Quero aprender a ser egoísta, sempre to disse. Acho que já o estou a ser. Quero ser a única a lembrar-se de nós. Quero ficar com todos aqueles beijos só para mim. Quero arranhar a memória para que as trancas automáticas se fechem como segurança. Quero-te aqui sem que me fujas. Não te quero. Mas quero-te.
"- Vamos a tua casa.
- Não.
- Porquê?"
Porque o medo era maior do que eu. Agora já não. Agora é só muito maior do que eu. Ou então fui eu que diminuí. A casa onde estou não teve nunca uma porta por onde possas passar. Talvez tenhas visto esta casa vezes de mais para te teres ido embora da maneira que foste.
Oh, como estou farta desta vida. Devemos ser a mudança que queremos ver, dizem. Dizem, dizem. Dizem. Todos falam sobre tudo e sobre nada. Todos me dizem para lutar e eu já só quero paz.
Vou então deixar-te cá fora e vou entrar. Junto de ti está uma mala. Com a minha vida lá dentro. Pisquei os olhos, e olha! , já foste embora. Sento-me então no degrau desta velha casa. Que já tanto viu e já nada vê. Tem as janelas fechadas, tapadas casa uma com um pano preto. Sento-me então no degrau desta minha casa. O céu sabe a saudade e o vento que sinto no rosco a melancolia. Não vou dizer que te vejo partir, foste embora depressa demais. Imagino então um rapaz alto com jeans e com o teu casaco castanho de cabedal com uma mala na mão a afastar-se, a afastar-se, a afastar-se...
Deixarei alguma vez de te ver?
quarta-feira, 30 de abril de 2008
no more
Um dia quis pedir-te só para mim.
Precisava de te ouvir, de te escutar. De ouvir a tua voz por detrás de cada palavra.
Não importava o que dissesses, para mim era música. Ah, como eu gostava da música contigo..! A nossa música.
Não importava quantas vezes a ouvia, só importava saber que (ainda) a ouvia.
O tempo que permanece na minha memória foi mera ilusão. Mata e mói. Saber aquilo que agora não deveria saber pelo simples facto de que nunca deveria ter existido.
Só é pena que não exista razão no coração.
(um texto pequeno para um sentimento demasiado grande.)
Olá e Adeus.
Precisava de te ouvir, de te escutar. De ouvir a tua voz por detrás de cada palavra.
Não importava o que dissesses, para mim era música. Ah, como eu gostava da música contigo..! A nossa música.
Não importava quantas vezes a ouvia, só importava saber que (ainda) a ouvia.
O tempo que permanece na minha memória foi mera ilusão. Mata e mói. Saber aquilo que agora não deveria saber pelo simples facto de que nunca deveria ter existido.
Só é pena que não exista razão no coração.
(um texto pequeno para um sentimento demasiado grande.)
Olá e Adeus.
lу .. .
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